segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
O QUE SE FOI FAZENDO NO 2º PERÍODO
SEMANA DA LEITURA(5 a 9 de Março)
Na semana de 5 a 9 de Março decorreu na nossa escola a Semana da Leitura. Trata-se de uma iniciativa destinada a celebrar e incentivar o prazer
de ler.
Para além de leituras de livros na sala de aula, de recontos e dramatizações, pintura, visitas à nossa biblioteca (
Escola Básica de Mortágua), decoração da sala
(Jardim de Infância), a grande novidade
foi a História do Coelhinho Branco contada pela Educadora Cila e a sua amiga, a
Marionete Fifi, que foi a delícia dos meninos do Núcleo 2. O que também
despertou interesse
foi a visita à Feira do livro na Escola Secundária de Mortágua e a audição de
um conto.
Aqui partilhamos a história contada:
O coelhinho branco
Parte inferior do formulário
Era uma vez:
Um coelhinho
branco que foi à sua horta buscar couves p'ra fazer um caldinho.
Quando o
coelhinho branco voltou para casa depois de vir da horta, chegou à porta e
achou-a fechada por dentro; bateu e perguntaram-lhe de dentro: - «Quem é? O coelhinho
respondeu: Sou eu, o coelhinho que veio da horta e vou fazer um caldinho.
Responderam-lhe
de dentro: E eu sou a cabra cabrêz que te salto em cima e te faço em três.
Foi-se o
coelhinho por aí fora muito triste a chorar, encontrou um boi e disse-lhe:
Eu sou o
coelhinho que tinha ido à horta e ia para casa fazer o caldinho; mas quando lá
cheguei encontrei a cabra cabrêz, que me salta em cima e me faz em três.
Responde o boi:
- «Eu não vou lá que tenho medo». Foi o coelhinho andando a chorar, encontrou
um cão e disse-lhe: Eu sou o coelhinho que tinha ido à horta e ia para casa fazer
o caldinho; mas quando lá cheguei encontrei a cabra cabrêz, que me salta em
cima e me faz em três.
Responde o cão:
- «Eu não vou lá que tenho medo». Foi mais adiante o coelhinho e encontrou um
galo, a quem disse também: Eu sou o coelhinho que tinha ido à horta
e ia para casa fazer
o caldinho; mas quando lá cheguei encontrei a cabra cabrêz, que me salta em
cima e me faz em três.
Responde o
galo: - «Eu não vou lá que tenho medo». Foi-se o coelhinho muito triste, já sem
esperanças de poder voltar para casa, quando encontrou uma formiga que lhe
perguntou: - «Que tens coelhinho?» Eu sou o coelhinho que tinha ido à horta e
ia para casa fazer o caldinho; mas quando lá cheguei encontrei a cabra cabrêz,
que me salta em cima e me faz em três.
Responde a
formiga: - «Eu vou lá e veremos como isso há-de ser». Foram ambos e bateram à
porta; diz-lhe a cabra cabrêz lá de dentro: Aqui ninguém entra, está cá a cabra
cabrêz que lhes salta em cima e os faz em três.
Responde a formiga:
Eu sou a formiga rabiga, que te tiro as tripas e furo a barriga.
Dito isto, a
formiga entrou pelo buraco da fechadura, matou a cabra cabrêz, abriu a porta ao
coelhinho e foram fazer o caldinho. Ficaram a viver juntos, o coelhinho branco
e a formiga rabiga.
Adolfo Coelho
In Histórias Tradicionais, 1988, ME
Aqui partilhamos algumas fotos da história contada pela Educadora
Cila e a Marionete Fifi
Nesse
mesmo dia, 8 de Março,
A Marionete Fifi convidou
para o dia seguinte (9
de Março), os meninos do Núcleo 2 ,bem
como as suas Educadoras e respectivas Auxiliares para um lanchinho na sala U do
mesmo núcleo, também queremos partilhar esse gostoso momento e muito apreciado
por todos nós.
Confecção de Pipocas:
Experiência
No dia 24 de Janeiro, e a partir da história “Espantalho solitário”, os meninos da sala E grupo 3 -C realizaram uma experiência com gelo. Aqui ficam alguns desses momentos.




Os meninos desta sala puderam verificar através desta experiência que a água, depois de estar algum tempo no congelador, fica em gelo e, por sua vez, este é frio, escorregadio e duro.De seguida, quando o gelo ficou exposto ao calor do sol virou água, voltando ao seu estado inicial (líquido).
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
CHEGOU O INVERNO!!!
Com a chegada do Inverno o núcleo 2 realizou uma actividade em conjunto, gostaríamos de partilha-la com as colegas.
Em conjunto (grande grupo) dramatizamos a história “O Senhor Ano e as 4 Estações”. Esta é uma das muitas histórias sobre o Inverno que trouxe, até aos meninos e meninas do nosso núcleo, alguma alegria, fantasia e sonhos.
Também queremos partilhar alguns trabalhos realizados no nosso núcleo sobre este tema, o Inverno.
As Nossas Fotos
Com a chegada do Inverno o núcleo 2 realizou uma actividade em conjunto, gostaríamos de partilha-la com as colegas.
Em conjunto (grande grupo) dramatizamos a história “O Senhor Ano e as 4 Estações”. Esta é uma das muitas histórias sobre o Inverno que trouxe, até aos meninos e meninas do nosso núcleo, alguma alegria, fantasia e sonhos.
Também queremos partilhar alguns trabalhos realizados no nosso núcleo sobre este tema, o Inverno.
As Nossas Fotos
Partilhando as: Janeiras/Dia de Reis
Queremos partilhar algumas actividades que desenvolvemos no nosso núcleo 2 no Jardim de Infância da Escola Básica de Mortágua.
Este ano os meninos de 3 anos (núcleo 2), não foram “pedir os Reis com os nossos amiguinhos de 5 anos nem com os amiguinhos do 1º Ciclo do 4º ano, mas vivenciamos esta quadra de uma forma muito intensa. Também cantamos os Reis com as nossas Educadoras e Auxiliares, a todos que encontramos dentro da nossa escolinha .
Aqui partilhamos a canção cantada da autoria da Educadora Madalena Teixeira.
Canção:
Aqui vimos
Aqui vimos
Meninos vós bem sabeis
Vimos cantar as Janeiras
E também cantar os reis
Somos do núcleo 2
Que aqui vimos cantar
E a todos desta sala
Um bom ano desejar
Obrigada Boa Gente
Pela vossa simpatia
Esperamos para o ano
Partilhar esta alegria.
Para comemoração do Dia de Reis realizámos as seguintes actividades:
• História Infantil dos Reis Magos
• Elaboração de uma coroa;
• Pesquisa de tradições sobre este dia, em Portugal e noutros países da Europa;
• A lenda do bolo-rei;
• Confecção do Bolo Rei
• Comemos Bolo Rei
• Leitura e análise de textos informativos sobre o tema…
A RECEITA DO BOLO REI
1. Aqui esta uma receita pratica nesta época natalícia espero que gostem.
Bolo-rei
Ingredientes:
750 g de farinha ;
30 g de fermento de padeiro ;
150 g de manteiga ou de margarina ;
150 g de açúcar ;
150 g de frutas cristalizadas ;
150 g de frutas secas (pinhões, nozes, passas, etc.) ;
4 ovos ;
1 limão ;
1 laranja ;
1 dl de vinho do Porto ;
1 colher de sobremesa (rasa) de sal grosso
Confecção:
Picam-se as frutas cristalizadas e põem-se a macerar com o vinho do Porto juntamente com as frutas secas.
Dissolve-se o fermento em 1 dl de água tépida e junta-se a uma chávena de farinha (tirada do peso total). Mistura-se e deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 15 minutos.
Entretanto, bate-se a gordura escolhida, o açúcar e a raspa das cascas do limão e da laranja. Juntam-se os ovos, um a um, batendo entre cada adição, e depois a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adiciona-se a restante farinha peneirada com o sal. Amassa-se ou bate-se a massa muito bem. Esta massa deve ficar macia e elástica. Se estiver muito rija, junta-se um pouco de leite tépido. Misturam-se as frutas maceradas no vinho do Porto. Volta a amassar-se e molda-se em bola. Polvilha-se a massa com um pouco de farinha, tapa-se com um pano e envolve-se a tigela num cobertor. Deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 5 horas.
Quando a massa estiver bem levedada - em princípio deve dobrar de volume -, mexe-se e molda-se novamente em bola (ou em várias bolas) e já sobre um tabuleiro untado faz-se-lhe um buraco no meio. Introduz-se a fava e o brinde, este embrulhado em papel vegetal. Deixa-se levedar durante mais 1 hora.
Pincela-se o bolo com gema de ovo e enfeita-se com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões inteiros, meias nozes, etc.
Leva-se a cozer em forno bem quente.
Depois de cozido, pincela-se o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Para impedir que a rodela feche, pode introduzir-se uma tigela no buraco.
Pensa-se que este bolo, que é hoje um dos símbolos da festa do Natal, é uma versão adaptada da «gallette des rois», de Bordéus. Começa a fabricar-se nos Fins de Novembro e vê-se em todas as pastelarias até meados de Janeiro. Todos os bolos devem conter uma fava e um brinde. A fava obriga aquele a quem sair a uma penalidade, que será cumprida no ano seguinte, ofertando um bolo-rei àqueles que o acompanharam na cerimónia do ano anterior.
Façam mesmo assim atenção à vossa linha
Aqui Partilhamos algumas fotos das nossas actividades






Queremos partilhar algumas actividades que desenvolvemos no nosso núcleo 2 no Jardim de Infância da Escola Básica de Mortágua.
Este ano os meninos de 3 anos (núcleo 2), não foram “pedir os Reis com os nossos amiguinhos de 5 anos nem com os amiguinhos do 1º Ciclo do 4º ano, mas vivenciamos esta quadra de uma forma muito intensa. Também cantamos os Reis com as nossas Educadoras e Auxiliares, a todos que encontramos dentro da nossa escolinha .
Aqui partilhamos a canção cantada da autoria da Educadora Madalena Teixeira.
Canção:
Aqui vimos
Aqui vimos
Meninos vós bem sabeis
Vimos cantar as Janeiras
E também cantar os reis
Somos do núcleo 2
Que aqui vimos cantar
E a todos desta sala
Um bom ano desejar
Obrigada Boa Gente
Pela vossa simpatia
Esperamos para o ano
Partilhar esta alegria.
Para comemoração do Dia de Reis realizámos as seguintes actividades:
• História Infantil dos Reis Magos
• Elaboração de uma coroa;
• Pesquisa de tradições sobre este dia, em Portugal e noutros países da Europa;
• A lenda do bolo-rei;
• Confecção do Bolo Rei
• Comemos Bolo Rei
• Leitura e análise de textos informativos sobre o tema…
A RECEITA DO BOLO REI
1. Aqui esta uma receita pratica nesta época natalícia espero que gostem.
Bolo-rei
Ingredientes:
750 g de farinha ;
30 g de fermento de padeiro ;
150 g de manteiga ou de margarina ;
150 g de açúcar ;
150 g de frutas cristalizadas ;
150 g de frutas secas (pinhões, nozes, passas, etc.) ;
4 ovos ;
1 limão ;
1 laranja ;
1 dl de vinho do Porto ;
1 colher de sobremesa (rasa) de sal grosso
Confecção:
Picam-se as frutas cristalizadas e põem-se a macerar com o vinho do Porto juntamente com as frutas secas.
Dissolve-se o fermento em 1 dl de água tépida e junta-se a uma chávena de farinha (tirada do peso total). Mistura-se e deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 15 minutos.
Entretanto, bate-se a gordura escolhida, o açúcar e a raspa das cascas do limão e da laranja. Juntam-se os ovos, um a um, batendo entre cada adição, e depois a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adiciona-se a restante farinha peneirada com o sal. Amassa-se ou bate-se a massa muito bem. Esta massa deve ficar macia e elástica. Se estiver muito rija, junta-se um pouco de leite tépido. Misturam-se as frutas maceradas no vinho do Porto. Volta a amassar-se e molda-se em bola. Polvilha-se a massa com um pouco de farinha, tapa-se com um pano e envolve-se a tigela num cobertor. Deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 5 horas.
Quando a massa estiver bem levedada - em princípio deve dobrar de volume -, mexe-se e molda-se novamente em bola (ou em várias bolas) e já sobre um tabuleiro untado faz-se-lhe um buraco no meio. Introduz-se a fava e o brinde, este embrulhado em papel vegetal. Deixa-se levedar durante mais 1 hora.
Pincela-se o bolo com gema de ovo e enfeita-se com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões inteiros, meias nozes, etc.
Leva-se a cozer em forno bem quente.
Depois de cozido, pincela-se o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Para impedir que a rodela feche, pode introduzir-se uma tigela no buraco.
Pensa-se que este bolo, que é hoje um dos símbolos da festa do Natal, é uma versão adaptada da «gallette des rois», de Bordéus. Começa a fabricar-se nos Fins de Novembro e vê-se em todas as pastelarias até meados de Janeiro. Todos os bolos devem conter uma fava e um brinde. A fava obriga aquele a quem sair a uma penalidade, que será cumprida no ano seguinte, ofertando um bolo-rei àqueles que o acompanharam na cerimónia do ano anterior.
Façam mesmo assim atenção à vossa linha
Aqui Partilhamos algumas fotos das nossas actividades
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
No dia 6 de Janeiro, os meninos de cinco anos saíram para cantar os Reis. Percorreram as ruas da Gândara e cantaram de porta em porta as canções que tão bem aprenderam, graças ao precioso trabalho do professor Ricardo Vicente que também nos acompanhou nesse dia. Fomos recebidos pela população com agrado, e nós recebemos a simpatia das pessoas e também o que elas quiseram dar.
Muito obrigada ao povo da Gândara.
Cantar as Janeiras
Cantar as Janeiras
Pelo Ano Novo
É manter bem viva
A tradição do povo
E quem nos recebe
Dá-nos um presente
E nós desejamos
Paz p’ra toda a gente
Ó gente desta terra
Ó gente desta terra
Escutai e ouvireis
Os meninos da escola
Que vos vêm, que vos vêm pedir os reis
Somos todos pequeninos
Aceitamos de verdade
Qualquer coisa que nos dêem
Em troca, em troca de amizade
Pode ser uma chouriça
Ou um pouco de dinheiro
Nós trouxemos uma saca
E trouxemos e trouxemos mealheiro.
Muito obrigada ao povo da Gândara.
Cantar as Janeiras
Cantar as Janeiras
Pelo Ano Novo
É manter bem viva
A tradição do povo
E quem nos recebe
Dá-nos um presente
E nós desejamos
Paz p’ra toda a gente
Ó gente desta terra
Ó gente desta terra
Escutai e ouvireis
Os meninos da escola
Que vos vêm, que vos vêm pedir os reis
Somos todos pequeninos
Aceitamos de verdade
Qualquer coisa que nos dêem
Em troca, em troca de amizade
Pode ser uma chouriça
Ou um pouco de dinheiro
Nós trouxemos uma saca
E trouxemos e trouxemos mealheiro.
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